Disclaimer (emocional)
Este é um espaço pessoal de reflexão e libertação emocional. Este espaço pode conter afirmações fortes, polémicas e, eventualmente, chocantes. Se sofre de extrema sensibilidade (e falta de sentido de humor), este espaço não é adequado para si. Se tem problemas mal resolvidos com os autores dos textos, se não gosta deles, se a mera existência de tais pessoas o irrita, o melhor é não visitar este espaço. O melhor…para si. Porque o ódio, a irritação, a raiva, a necessidade extrema de libertação de bílis (em geral, os maus fígados), fazem mal. E nós não nos queremos sentir responsáveis pela sua saúde. Já nos basta a nossa. Desde já avisamos que não teremos qualquer contenção escrita ou gráfica e que não seremos responsáveis pela sua infelicidade.

Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012


Just thank you Sookie

Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2012

Sorry


Let it be a reminder to all of us who waste their lifes...
 

Sexta-feira, 9 de Setembro de 2011

Choices



What if, suddenly, you couldn’t trust anyone or anything?
A few months ago, I trusted at least one thing. I trusted myself and in my abilities. I trusted that although life is harsh (sometimes) and people are deceiving (many times) I could always count on me. I knew that if I did right I could get no wrong. Well, I was wrong.
I am one with justice and I just can stand impassible if I sense injustice is being done. This is simple enough. But sometimes, to avoid an injustice you cannot help to commit another one. And although I don’t think this is fair, I know it to be much too real. And learning to separate enforcing justice from pleasing one’s selfish sense of pride is really, really, hard.
So, I have wronged. So, everyone has. So, how does one distinguishes good from bad? Light over Darkness? Hard, when everybody around you, including yourself, is making mistakes.
Dark times are coming in some of my directions. In one of my paths all that I believed to be right might be changing. Should I remain the same? Can I? After two very traumatic years I am at my last nerve. I feel like I have exhausted all of my strength and I fear that the faith and joy that once moved me have left me for good. How do I get them back? And, can I stand another year of frustration?
How much insult can one take?
Rationally, I have all the answers. I know that I have to keep doing everything right. At the best of my abilities. I know that I must not interfere unless the graveness of the situation calls for me. I know that I must suck it up and deal. I must resist and hold back the fury. Control my nerves and myself and stay on my path. I must surpass myself and excel on my task.
But I will have to be so strong and disciplined. And as of right now I am immerse in such self-doubt that I am really afraid that I will not succeed.
So I will pray.
(Stay true to your heart)
P.S.: Thank you P.C. Kast. For being there and reminding me that is all about choices and that one must trust himself above all else.

Quinta-feira, 1 de Setembro de 2011

Vampire chick

Why do people like vampires so much?
Obviously, vampires are in.
And I’ve been reading so many vampires books thanks to that. So although it is a little annoying, because I’ve liked vampires since I was 10, long before them became such a hit, of course I am grateful for that.
When I was 10, I saw a vampire class B movie and fell in love. So I wrote on my first diary that when I grew up I wanted to be a vampire. But not the mean kind. The nice kind. The kind that fed on animals and such.
So, why do people like vampires so much?
I think that it is because vampires get to live forever. Or at least for a long time. And they don’t get old. Forever young is something we would all like to have. Right?
I it is only logical that teenagers love vampires and that the whole changing process appeals to them. After all, teenagehood is all about changing. And finding new powers and how to deal with them.
But today I found a new reason to loving vampires. They get to feed on theirs preys without killing them. After all, vampires got fashionable when writers humanized them and made them feed without the killing spree. And nowadays, when being vegetarian is hot, wouldn’t we like to be able to feed on some of our favorite foods and still keep them alive? I wish I could. Because I like me some meat now and then. But I don’t feel good about killing those poor animals I feed from.
All things considered, vampires are cool.
As strange as it may sounds I know just how it feels to be one. I’ve even got to try a little of a vampire lifestyle for a while. I think that there is always a period in your life when you feel that you will be young and pretty and desirable and powerful – practicably undefeatable – forever. And while that period lasts it is really forever.
And then, life goes on. Time goes on. Your learn that even vampires get old. I could tell you that it is ok to get old. That the benefits surpass the inconveniencies. But, really, I’m not convinced. I have yet to grasp the benefits of getting old. Deep inside, I wish I could be a vampires forever. But my body is changing, and more important than that, my will is changing. And common vampire stuff is just not as alluring as it used to be. I guess I got bored of living the lifestyle. Is that really possible? Can you get bored of being adored and coveted and admired? Hell, yes!
Today I think I just want to be plain. If only I got get used to that. Admiration is addictive.
Well, I gess the warning is right. When you get everything you ever wished for, you eventually get bored.
So now, what?

Segunda-feira, 13 de Junho de 2011

A Bica é linda!



Ontem decidimos cumprir um dever de Lisboeta e fomos, pela primeira vez (juntos), aos Santos. E levámos a Mariana.
A última vez que tinha ido aos Santos foi há quase 15 anos e, confesso, não sentia saudades. Aliás, nenhum de nós estava especialmente entusiasmado por ir ao Santos, mas achámos que devíamos ir com a Mariana.
Inferno para estacionar (devíamos ter ido de metro), inferno para andar a pé na calçada portuguesa (a cada passo enfrento o risco de ficar sem o uso das pernas), inferno para arranjar mesa para jantar. Não conseguimos arranjar mesa num sítio que tivesse bacalhau assado e como abominamos sardinhas, ficámo-nos pelo chouriço assado e pelas fêveras (forma popular de escrever febras).
O restaurante era aceitável, mas merece uma descrição aprofundada. O dono do restaurante, um homem (não exactamente o típico português) de meia-idade, cabelos fartos e brancos, com bigode, altura média, peso médio, bastante comum, um daqueles homens em quem não se repara muito. A alma do restaurante: as três filhas espertas, enérgicas e pacientes que assumem o buliço da noite com boa disposição. Não precisei de muito tempo de observação, olhando com cuidado a interacção entre o dono do restaurante e as filhas, para concluir que o homem era uma “lost bullet”, um destinado ao fracasso que só ainda não perdeu o restaurante devido à mais-valia das filhas. Um episódio comprovou-me a teoria. O meu marido pediu gelo e logo a filha do meio foi pedir o gelo ao pai (só o dono do restaurante podia mexer nas sobremesas e na arca do gelo). O senhor agarra o gelo com a mão esquerda, ao que a filha horrorizada diz: “Com a mão, pai?!”. O homem começa a gritar-lhe discretamente para lhe trazer um guardanapo, e a filha acaba por lhe fazer a vontade (embora a filha mais velha já ande perto dos trinta e a mais nova não tenha menos de 16, são as três bastante obedientes e respeitadoras) e, espanto dos espantos – para mim, que estava, também discretamente, a observar a cena – o senhor pega no guardanapo com a mão direita e assoa-se, enquanto pede à filha que vá buscar um recipiente onde logo a seguir deposita o gelo que segurava com a mão esquerda. Já com as mãos livres, continuou a tarefa de se assoar enquanto fiscalizava as mesas.
Querem saber se aceitámos o gelo? Claro que sim, o que não mata engorda!
A comida não era má, mas também não era de morrer – não há nada de memorável num prato de febras grelhadas, anyway. As batatas fritas eram congeladas, no entanto…
Mais à frente na refeição, a minha teoria é completamente posta à prova, quando, de repente, o dono do restaurante avança para cima de um cliente – que foge para a rua – e tem que ser contido pelas filhas. O senhor debate-se bastante e só a filha mais nova – que terá uns 16 anos – é que insiste em evitar o confronto, mesmo quando o pai – fora de si – avança para cima da própria filha, ameaçando-a fisicamente. A cena foi terrível e demonstrou-me duas coisas: o homem é mesmo um emplastro (mas foi abençoado com três filhas fantásticas) e a filha mais nova é a que mais gosta do pai (as outras duas desistiram de o agarrar ao fim de uns segundo, o que não lhes censuro minimamente).
A razão do tumulto? Não vão acreditar. Um dos clientes, enquanto esperava para pagar a conta, alçou do que guarda no meio das pernas e urinou junto ao balcão. Urinou para o chão, mesmo em frente das escadas que dão acesso ao piso de cima – de onde tinha acabado de sair – e onde há uma casa-de-banho. Torna-se compreensível que o dono do restaurante se tenha passado, certo?
Mesmo sabendo que os portugueses são conhecidos por urinarem em tudo o que é sítio, entre os clientes do restaurante havia acordo – urinar no meio de um restaurante cheio de pessoas é feito nunca antes visto!
E viva aos santos!

P.S.1: That reminds me how much I am not Portuguese.
P.S.2: Why do people like to degrade themselves I will never understand.
P.S.3: A verdade é que quando tinha 12/13 anos costumava ficar a ver as marchas na televisão. Ontem quando chegámos a casa, pude matar saudades desse velho ritual. E tenho a dizer que, desde que eu via as marchas aos 12 anos, as mulheres portuguesas têm melhorado (graças ao silicone e aos ginásios) numa percentagem de 10%, e piorado (drasticamente, graças ao avanço cavalgante da obesidade) numa percentagem de 90%. A minha frase preferida: A bica é linda (especialmente quando é dita por uma mulher de voz grossa e ligeiramente rouca, a quem faltam os dois dentes da frente)!

Domingo, 12 de Junho de 2011

Seja o seu próprio Chef (perna de frango assada)


Este é um dos meus pratos favoritos e hoje, pela primeira vez, tentei fazê-lo sozinha. Relembro que não sei cozinhar e sou uma desgraça na cozinha.
Tempo de preparação: 60 minutos
Ingredientes:
1 perna de frango (300 gramas)
(Pedir para tirar toda a pele no talho e ou tirar a pele em casa. A pele é onde se acumula quase toda a gordura e, se for assada com a pele, a gordura passa para a carne e para o molho, tornando o prato menos saudável e mais calórico). Se a perna for assada sem pele, tirando os ossos, ingere-se cerca de 100 gramas de carne de frango, o que equivale a 110 calorias.
1 batata doce média (120 calorias)
Azeite (duas colheres de sopa – 180 calorias)
Leite magro (1/2 copo pequeno, 35 ml – 20 calorias)
Cerveja (1 copo pequeno, 50 ml – 45 calorias) ou vinho branco (1 copo pequeno - 50 ml - 30 calorias)
Sal (duas pitadas)
Alho em pó (bastante)
Pimentão vermelho (q.b)
Açafrão (duas pitadas)
Pimenta preta (duas pitadas)
Canela em pó (duas pitadas)
Polpa de tomate (1 colher de sopa - 5 calorias)
Pé-aqueça o forno a 250 durante 5-10 m.
Tempere a perna de frango já sem pele, num prato, dos dois lados. Dexe estar durante 5-10 m.
Corte a batata doce em 4-6 pedaços, sem casca.
Numa travessa funda média coloque a perna de frango com o tempero, a batata, duas colheres de azeite (por cima da perna de frango e de modo a fazer uma pequena poça na travessa), o leite e a cerveja/vinho. Coloque no forno durante 10-15 minutos a 200.
Retire a travessa e vire a perna e as batatas, coloque a colher de polpa de tomate. Deixe o forno entre os 150 e os 200 graus (deixe estar durante 45-50 m no total).
De 15 em 15 minutos vire a perna e as batatas.


Em princípio, passados 50 minutos estará pronto.
Acompanhe com vegetais cozidos ao vapor (espinafres) ou assados na travessa com o frango (aipo, por exemplo)
Para a refeição total, comendo a perna e a batata com o mínimo de molho, ficam 370 calorias.

Sábado, 4 de Junho de 2011

Porque é que eu vou votar PS…


Porque não acredito que o Passos Coelho tenha o que seria preciso para melhorar o país.
Porque não quero uma maioria de direita.
Porque tenho medo de uma maioria de direita.

Porque o Paulo Portas é uma pessoa deslumbrada com o poder e torna-se perigoso (e voraz) quando o alcança.

Porque vamos ter um governo de direita e um presidente de direita e não vai haver mecanismos de compensação política.

Porque as últimas tentativas de governo do PSD e PSD/CDS foram desastrosas e bastante negativas para o país (politicamente e em termos de retrocesso de reformas).

Porque o PS vai perder e vamos precisar de uma oposição forte na Assembleia.
Porque o Sócrates vai acabar por sair e dar espaço a um líder menos egocêntrico (espera-se).
Porque, apesar de tudo, o PS continua a reunir as pessoas mais sensatas e mais capazes de gerirem o país (embora a maioria não tenha estado neste segundo governo).

Porque, infelizmente, não há nenhuma outra alternativa à esquerda.
Não podemos contar com o PCP para governar.
Não podemos contar com o BE para nada.
Estamos limitados ao voto residual e apático no PS.

Eleiçõezinhas deprimentes estas, raios…

P.S.: Dam, I whish we were free!

Terça-feira, 31 de Maio de 2011

Seja o seu próprio Chef – Empadão de frango e batata-doce


- 1,5 k de peito de frango
- 6 a 8 fatias finas de presunto
- 2,5 k de batata-doce
- 1 beringela (ou 3 cenouras)
- 3 tomates pequenos
- 3 cebolas picadas
- 3 dentes de alho inteiros
- 80 dl de Azeite
- Alho em pó
- Louro em pó
- Açafrão em pó
- Pimenta preta em pó
- Canela em pó
- Noz-moscada em pó

Compre a carne num talho (pode ser o dos supermercados) e peça para tirar toda a gordura e picar uma vez.
Descasque as batatas e coloque a cozer em dois tachos médios ou um tacho bem grande.
Coloque a carne em dois pratos rasos e tempere (misturando a carne com o tempero) com bastante alho em pó, uma pitada de pimenta, uma pitada de açafrão, uma pitada de canela e algum louro. Repita o tempero 4 vezes misturando com a carne.
Num tacho grande coloque as três cebolas picadas, os dentes de alho e todo o azeite (de modo a preencher a cebola). Deixe alourar durante uns minutos.
Corte os tomates em pedaços e coloque junto à cebola depois de deixar alourar um pouco. Ponha o lume no mínimo e junte a carne aos poucos, misturando com o azeite. Deixe estar uns minutos.
Quando a carne tiver alourado um pouco, junte um copo de água médio e deixe o lume no mínimo, mexendo de vez em quando para não pegar, até a carne cozer completamente.
Quando as batatas estiverem há já 20 minutos a cozer, corte as pontas à beringela e junte às batatas, para cozer. Caso opte pela cenoura, descasque, corte em pedaços e junte a cenoura logo no início, com o tomate, na panela da carne e deixe cozer.
Quando a carne tiver toda a mesma cor esbranquiçada (e e cenoura estiver cozida) desligue o forno e deixe repousar sem tampa, para arrefecer.
Pique a batata com o garfo para ver se está mole e quando estiver, desligue o forno e separe a beringela (deixe arrefecer, para depois tirar a pele).
Junte as batatas num só tacho e pique com a varinha mágica para fazer o puré. Depois de picado, vá misturando e junte a Noz-moscada a gosto (3/5 pitadas).
Pegue numa travessa oval e barre o fundo com a batata-doce, de modo a deixar uma camada fina.
Quando a carne estiver morna, prepare as fatias de presunto e pique, juntamente com a carne, do seguinte modo: em cada dose que coloca no 123, deve estar ½ a 1 fatia de presunto e a carne (já misturada com o tomate e beringela/cenoura), que será picada uma segunda vez.
Consoante vai picando, vá fazendo uma segunda camada – desta vez com a carne – na travessa, devendo estar ser uma camada mais farta do que a primeira.
Por fim, coloque uma segunda camada com a batata-doce, apenas para cobrir a carne.
As doses indicadas são adequadas para fazer uma travessa grande e uma média, ou duas travessas médias de empadão.
Leve ao forno (150º) durante cerca de 30 minutos.
Tire do forno e deixe arrefecer, para dividir em doses individuais.
Pegue numa colher (tipo concha), coloque duas doses em cima de uma folha de papel de alumínio e embrulhe. Pode colocar as doses num tupperware ou nas próprias bases de esferovite em que trouxe a carne, embrulhando depois com papel celofane. Deixe arrefecer completamente e está pronto para congelar. Para descongelar, retire o alumínio (se estiver bem embrulhado, sairá perfeitamente bem) e leve ao micro-ondas.
As doses indicadas correspondem a 5000 gramas de comida e a 5000 calorias e devem ser suficientes para 15 doses individuais, cada uma com cerca de 333 calorias.
No total, gastará cerca de 18-20 euros com os ingredientes referidos, o que perfaz um valor de 1,3 euros por refeição.

P.S.: Esta foto não é minha (ver PS2) e nem é muito parecida (a batata-doce fica mais escura e o meu empadão é mais fino), mas foi a mais parecida que encontrei, pois o meu empadão não leva ovo nem massa folhada.
P.S.2: Estive mais de duas horas a cozinhar e tinha duas lindas travessas de empadão prontas para a fotografia. Mas depois fui passear a minha cadela e quando me preparei para dividir em doses individuais esqueci-me completamente da foto. Neste momento as doses estão já no congelador...
Prometo que quando descongelar uma dose para mim, tiro uma foto. Se me lembrar. claro.

Segunda-feira, 30 de Maio de 2011

People are awesome!

I hate Mondays


Estava a fazer o pequeno-almoço e deixei cair um tupperware cheio de cereais crocantes ao chão.
Acordei e sai de casa cedo para uma consulta, para nada - confundi a hora e a consulta era só às 15:00.
Fui ao Picoas Plazza para outra assunto e fiquei retida lá entre as 13:30 e as 15:00 - a linha amarela ficou com a circulação cortada.
Finalmente às 15 decidi apanhar um táxi para chegar a tempo à consulta.
Quando cheguei tinham perdido a minha marcação e tive que refilar para ser atendida, mas fui.
Apanhei uma dor de cabeça e desisti de ir ao ginásio.
All in all: um dia perdido.

Vou cozinhar para espantar os maus espíritos e espero não queimar (outra vez) o jantar...

I hate mondays.

Sexta-feira, 27 de Maio de 2011

Your song


É o problema da soma dos dias,
Trazem um quebranto que por vezes não consigo conter
.
É o problema da felicidade constante,
Aos poucos transforma-se num hábito e vai perdendo o sabor
                                                                   (de nos amarmos)
.
Mas se sem a dor não se sente o prazer,
Valerá a pena irmos à procura da dor?
.
É o problema de crescermos juntos,
Por vezes nem nós nos conheceríamos melhor
.
É o problema de estarmos tão próximos,
Quando nos tocamos sempre, nem sempre tocamos o prazer
                                                                  (de nos tocarmos)
.
Mas se sem a dor não se sente o prazer,
Valerá a pena irmos à procura da dor?
.
.
É quando alcançamos a perfeição de estarmos juntos,
Que percebemos estarmos tão longe ainda…
Que precisamos de estar longe, ainda, para podermos estar tão perfeitamente juntos
.
Mesmo quando o mar está calmo, quero que saibas que não temo já as tempestades,
Que anseio pelos tornados que nos levam a novos caminhos e novas formas de estarmos juntos
.
Quero que saibas que é por ti (não por ti, mas por ti)
Que tento ser mais e melhor
É por mim que preciso, mas é por ti que consigo
.
Que não te amo menos quando falho,
Porque sei que me amas ainda e depois
Quando voltar a tentar
Ser mais e melhor
Contigo.

I know is not much, but it’s the best I can do…
My gift is myself and my best is for you